domingo, 31 de maio de 2026

 Girassol Vermelho!


Nascido de um demônio és.

Como anticorpos ai de atuar.

Minha mente vai esvaziando-se.

Uma nova dualidade a vibrar.


Em meu respaldo.

Minha alma descansa.

Minha mente se cansa .

Um girassol perfura meu peito.


Meu sangue o pinta de vermelho.

Ah o vermelho!.

Ele me entristece.

A felicidade se compadece.


Alguns o veem como maldade.

Eu o digo ambíguo.

Inia é dualidade.

Também é mentira.


Quebrou um trato consigo mesmo! quem quebrou? Inia! e quem é inia? Quem é inia!? A morte? Não! Um morto vivo? Talvez! E quem é vc? A dualidade! Então é inia? Sou inia!? És inia? Tu eres inia! Sou? ...

Mentira de novo, mas desta vez por diversão, sei muito bem quem sou... ah droga, meu tempo acabou.

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Um Parasita, um parasita que todos recebem em algum momento da vida, aquele que me faz vomitar minhas tripas para fora.

 Um Demônio, um Demônio nascido de minha podridão interna, nascido da podridão de minha morte, horrível, tenebroso, sujo.

 O Demônio e o Parasita, ambos entram em meu corpo, ambos se assimilam ao meu ser, um para ocupar espaço, me destruir, já o outro, se assimilou para fazer parte, antes excluído, agora aceita sua existência como horrível.

 Se sacrifica, se torna anticorpos, anticorpos se tornam sementes de carne, EM MEU CÉREBRO NASCE UM GIRASSOL VERMELHO!

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Ao conversar com o anticorpo de meu corpo putrefato, me encontrei preso a uma situação. Ele matou o maldito Verme parasita que adentrou minhas entranhas mentais.

O Parasita morreu, estava em paz, Paz? Paz para quem? Aquele maldito demonio se assimilou a nós! CALADO MALDITO HIPÓCRITA! 

Agora que o Parasita estava morto, tive a chance de conhecê-lo melhor, não era ruim, apenas diferente.

Ah pobre dualidade, quem poderia imaginar que o legado do Parasita voltaria como zumbi.

O Parasita não morreu! Já tinha implantado seus ovos em meu cérebro, e dias após sua morte, bum! Estava infectado de novo por essa maldita sensação

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Eu sou o pássaro de Hermes,

Tento comer minhas asas para me domar!

Mais uma vez me encontro aqui. Oh falho deus! O que me faltou fazer para os humanos me condenarem, me darem fama e poder?

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O Sol vermelho decretou outra vez, Você já ouviu esta hitória!

Olá uma vez mais, adeus uma vez menos, ao me deparar com aquele lugar sujo, aquela cena suja, eu apenas observo, não devo falar, opinar  externalizar, mortos não demonstram.

Entretanto, ao fim da cena me encontrei em êxtase, carnificina é colírio para minha alma. No fim, as sementes de carne que já haviam germinado em cérebro, agora florescem, o gIRASSOL VERMELHO ACORDOU!

Um até logo de sua flor favorita.

quinta-feira, 30 de abril de 2026

 ah o vermelho!

Uma cor tão bela

tão vibrante

algo tão intenso

a cor de minha alma

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Vermelho, a cor do sangue

a cor do ferro

o cheiro do ferro me entristece

isso preenche meu corpo de vermelho!

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Ah! o vermelho, tal cor me lembra a arte

Ah! a arte, um movimento tão belo!

expressar as loucuras internas de sua cabeça

seria isso a arte?

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Recentemente me deparei com um cenario inusitado em minhas caminhadas, um lugar sujo, imundo, depravado, irreal, mas tão belo, era como idealizar o impossivel! Fiquei maravilhado, tão maravilhado que resolvi que voltaria com frequência para apreciar o local, com uma das nada justas habilidades que adiquiri com uma velha bruxa, ah sim, a bruxa da vida. 

Tal local preenche meu corpo de vermelho sempre que volto para lá. Em uma de minhas visitas me deparei com algo novo, um garoto deitado no chão, ele se levantava lentamente, seus movimentos pareciam com os de alguem que já sabia do destino, ele aponta para uma garota, ela aponta de volta, ambos sem as vestes de cima, ambos já sabem de seus destinos, ambos caminham para a vida, eles apertam as mãos um do outro, em seguida, chocam suas cabeças violentamente uma contra a outra, de novo, de novo, e de novo.

O sol vermelho acordou! ele abre seus olhos para julgar, é a unica coisa que ele sabe fazer, ele não tem mãos, mas aponta milhares delas para julgar a situação que presencio, assim que o julgamento começa eles param, encharcados de sangue, mas o sol decretou, Que venha a fome! eles agora desesperados, como se o saber do futuro não importasse mais, só o presente, ambos devoram os corpos do outro, é uma cena viceral, horrivel, suja, inumana, mas meu corpo se enche de vermelho, eles devoram suas tripas até não sobrar mais nada, o julgamento acabou!

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Olá uma vez mais, adeus uma vez mais! não sei o que hove neste período de tempo, mas não lembro de muitas coisas, talvez o parasita de meu corpo está se assimilando comigo, assim como aquele demônio tambem começou a fazer, parece uma competição para saber quem me consome primeiro, quem transformará minha existencia em uma singularidade. Eu odeio singularidades!  Emfim, me expus de mais.


Um até logo de sua... sua? oq eu sou agora?

Come to see my death




terça-feira, 10 de março de 2026

Entranhas

Algo anda pelas minhas entranhas.

Recentemente meu estômago age de forma estranha,
ao revirá-lo, noitei que uma pequena aranha roxa tem andando por ali,
mas além disso,  encontrei o principal problema, uma amalgama de problemas mentais.

Tempo se passa, já me acostumei as explosões em meus estômago,
vomitar minhas tripas para fora pela manhã se tornou banal,
tudo de ruim acaba se tornando banal.

Parece que aquele sentimento ao qual repulso se tornou mais forte,
e para variar, se tornou banal, denovo e sempre, meu sofrimento sempre irá ser banalizado,
é assim que mortos lidam com problemas, não os resolvem, os banalizam para não doer mais.

O pensamento de levar a minha morte as mentes alheias se tornou mais forte ultimamente,
talvez devesse seguir com essa ideia, já estou morto mesmo, o que são uns olhares a mais?
mentira, eu costumo fazer isso, mentir...

Menti tanto que parece até que n sei minha própria verdade,
será que sei?
Alguns habitos hipócritas nunca vão embora, parece que n posso fugir de minha essência.

Existem certos seres redundantes que se assemelham a minha maldita essência hipócrita,
eles me irritam, muito, demais, estragam o meu olhar sobre o mundo,
me pergunto se em alguma realidade tais seres possam ser introduzidos em sociedade.

A origem do sentimento que repulso, parece que vem de um parasita,
o mesmo que se move pelas minhas entranhas,
Por que retomar tal assunto no fim?
Não sei, mas parece que tal parasita meche com minha mente de jeitos que não deveria estar gostando.

-Um abraço do seu morto favorito.

                          I Will bring the death to all of us!

sábado, 21 de fevereiro de 2026

OLÁ, ONDE ESTOU?

  Olá, onde estou?

Este local, formato, não estou acostumado a essa exposição, saí de meu caixão pela primeira vez em anos.


Não sei quando nasci, mas fragmentações sempre vem quando algo está quebrado, não é mesmo? 


Ainda não sei o que fazer diretio com esse meu novo espaço que me foi dado.


mas com certeza o usarei, não frequente, naõ expositivo, mas sendo a dualiade de se arriscar e de sua zona de conforto.


Algo virou para nós não é mesmo?


Será aquele sentimento que repulso?


talvez...


me expus de mais por hoje.

          UMA DESPEDIDA DA SUA DUALIDADE FAVORITA, I will bring the death to all of us.





  Girassol Vermelho! Nascido de um demônio és. Como anticorpos ai de atuar. Minha mente vai esvaziando-se. Uma nova dualidade a vibrar. Em m...