Girassol Vermelho!
Nascido de um demônio és.
Como anticorpos ai de atuar.
Minha mente vai esvaziando-se.
Uma nova dualidade a vibrar.
Em meu respaldo.
Minha alma descansa.
Minha mente se cansa .
Um girassol perfura meu peito.
Meu sangue o pinta de vermelho.
Ah o vermelho!.
Ele me entristece.
A felicidade se compadece.
Alguns o veem como maldade.
Eu o digo ambíguo.
Inia é dualidade.
Também é mentira.
Quebrou um trato consigo mesmo! quem quebrou? Inia! e quem é inia? Quem é inia!? A morte? Não! Um morto vivo? Talvez! E quem é vc? A dualidade! Então é inia? Sou inia!? És inia? Tu eres inia! Sou? ...
Mentira de novo, mas desta vez por diversão, sei muito bem quem sou... ah droga, meu tempo acabou.
⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸
Um Parasita, um parasita que todos recebem em algum momento da vida, aquele que me faz vomitar minhas tripas para fora.
Um Demônio, um Demônio nascido de minha podridão interna, nascido da podridão de minha morte, horrível, tenebroso, sujo.
O Demônio e o Parasita, ambos entram em meu corpo, ambos se assimilam ao meu ser, um para ocupar espaço, me destruir, já o outro, se assimilou para fazer parte, antes excluído, agora aceita sua existência como horrível.
Se sacrifica, se torna anticorpos, anticorpos se tornam sementes de carne, EM MEU CÉREBRO NASCE UM GIRASSOL VERMELHO!
⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸
Ao conversar com o anticorpo de meu corpo putrefato, me encontrei preso a uma situação. Ele matou o maldito Verme parasita que adentrou minhas entranhas mentais.
O Parasita morreu, estava em paz, Paz? Paz para quem? Aquele maldito demonio se assimilou a nós! CALADO MALDITO HIPÓCRITA!
Agora que o Parasita estava morto, tive a chance de conhecê-lo melhor, não era ruim, apenas diferente.
Ah pobre dualidade, quem poderia imaginar que o legado do Parasita voltaria como zumbi.
O Parasita não morreu! Já tinha implantado seus ovos em meu cérebro, e dias após sua morte, bum! Estava infectado de novo por essa maldita sensação
⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸
Eu sou o pássaro de Hermes,
Tento comer minhas asas para me domar!
Mais uma vez me encontro aqui. Oh falho deus! O que me faltou fazer para os humanos me condenarem, me darem fama e poder?
⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸⸸
O Sol vermelho decretou outra vez, Você já ouviu esta hitória!
Olá uma vez mais, adeus uma vez menos, ao me deparar com aquele lugar sujo, aquela cena suja, eu apenas observo, não devo falar, opinar externalizar, mortos não demonstram.
Entretanto, ao fim da cena me encontrei em êxtase, carnificina é colírio para minha alma. No fim, as sementes de carne que já haviam germinado em cérebro, agora florescem, o gIRASSOL VERMELHO ACORDOU!
Um até logo de sua flor favorita.