sexta-feira, 31 de julho de 2026

 The death mine


Experiênciei a morte, me torno morto
Fiquei preso em meu caixão
Andei por este mundo torto
Devorei-vos até o lampião

O que sobrou agora?
Está escuro
Terei de cegar-me por ora
Afastar-me do burro

Aqui na velha mina o que me sobra?
Um delírio de minha cabeça
Uma mente putrida, ainda em obra
até onde minha mente ai de ir nessa peça

Eu ouço músicas nessa mina escura
Todos os setes pecados capitais
Todas as cabeças esmagadas nessas rochas pontiagudas
Todos os mortos vivos como animais

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Olá uma vez mais, adeus uma vez menos. Já faz um tempo desde que saí de meu caixão, trancafiado por maldições, pelos olhos de deus, por isso me encontro vermelho, ah o vermelho! A cor do pecado, meu frenesi. Recentemente me reencontrei com uma das maldições, uma que me perseguia como se ainda estivesse vivo, já morri a muito tempo
Para meu pequeno aumento de dopamina, parece que tal ser evoluiu, percebeu que já não era eu mesmo,  que seres mudam, o tempo passa, não me parecia mais hipócrita, uma surpresa agradavel em minha monotona e pertubavel morte...

Fala sério nem os mortos podem descançar mais!?

Conprimentos de... não sei

  The death mine Experiênciei a morte, me torno morto Fiquei preso em meu caixão Andei por este mundo torto Devorei-vos até o lampião O que ...